Druso, o Jovem (morreu em 23 d.C.)
Druso, o Jovem, filho de Tibério, foi cônsul junto com o pai (Dião 57. 20), e depois da morte de Germânico Tibério começou a promovê-lo como sucessor (Fagan).

Druso, o Jovem, filho de Tibério, foi cônsul junto com o pai (Dião 57.20), e depois da morte de Germânico Tibério começou a promovê-lo como sucessor (Fagan). Segundo Tácito, não suportava Sejano e uma vez o esbofeteou (Anais 4.3). Sua esposa Livila, irmã de Germânico, teve, segundo Tácito, um caso com o prefeito.
Druso morreu em 23. Tibério foi ao Senado ainda durante a doença dele e apresentou aos senadores os filhos de Germânico (Tácito 4.8). Oito anos depois, após a queda de Sejano, espalhou-se a notícia de que Druso fora envenenado. A fonte foi a carta de Apicata, ex-esposa de Sejano (Dião 58.11). Fagan considera a fonte suspeita e a notícia impossível de verificar.