Plínio, o Jovem (viveu c. 61–113 d.C.)
Em 79 d. C.

Em 79 d.C. ficou em Miseno com a mãe quando o tio navegou rumo à nuvem. À noite lia Lívio; de manhã tirou a mãe da cidade em meio à multidão e à escuridão.
Um quarto de século depois, a pedido de Tácito, descreveu a morte do tio (Cartas 6.16) e o que ele próprio viveu (Cartas 6.20). É o único relato de testemunha ocular da erupção que chegou até nós. Nesses mesmos anos era senador e advogado conhecido.