Domícia Longina (imperatriz 81–96 d.C.)
Domiciano a tomou do primeiro marido, o senador Élio Lâmia, por volta de 70 d. C.

Domiciano a tomou do primeiro marido, o senador Élio Lâmia, por volta de 70 d.C. — primeiro como amante, depois como esposa. Ao assumir o poder, a proclamou Augusta. O filho deles morreu na infância e foi declarado deus.
Suetônio escreve que o imperador se divorciou dela por causa do amor dela pelo ator Paris e depois a aceitou de volta, alegando que o povo o exigia. Dião conta que quis executá-la e que Paris foi morto na rua.
Em 96 d.C., segundo Suetônio, ela sabia da conspiração. Dião traz uma versão em que ela encontrou a tabuinha com os nomes dos condenados e a mostrou aos ameaçados — ressalvando que é uma das histórias. Sobreviveu ao marido por cerca de trinta anos.